Mick Haupt via Pexels. The Tufas of the Mono Lake.
The Economics of Managing Mono Lake

Edward Ring

Director, Water and Energy Policy

Edward Ring
March 24, 2026

The Economics of Managing Mono Lake

Along with the California Condor, one of our state’s most magnificent environmental success stories of the 20th century is how Mono Lake was saved. In the early 1980s, after decades of unsustainable water withdrawals from the Owens River into the Los Angeles Aqueduct, the lake had declined in elevation to 6,372 feet. The decline was primarily caused by the Los Angeles Department of Water and Power diverting an average of 80,000-100,000 acre feet per year from the tributaries feeding Mono Lake. The turnaround has been incredible.

Today, LADWP’s average withdrawals from the upper Owens River watershed are down to 16,000 acre feet per year. The level of the lake has risen to an elevation of 6,383 feet, which is within 9 feet of the what the State Water Resources Board has set as the ultimate goal of 6,392 feet. The acute crisis is over. For example, Negit Island, an important rookery where a land bridge was forming due to the dropping lake level, now remains safe from predators. And overall, years of investment in habitat restoration have preserved and enhanced one of North America’s most productive stopovers on the Pacific Flyway, supporting millions of migratory birds.

Moreover, according to a hydrologic model developed by LADWP, Mono Lake is on track to achieve an elevation of 6,392 feet within the next 22-26 years But despite this progress, the State Water Resources Control Board is in the early stages of reconsidering LADWP’s water diversion limits from the upper Owens Valley tributaries feeding Mono Lake.

On March 17, 2026, the SWRCB held an informational meeting to review a new hydrologic model, commissioned by the board and produced by UCLA’s Center for Climate Science. In the report’s “key findings,” the authors state that “Existing export criteria are unlikely to achieve Mono Lake’s long-term water level goals.”

This claim rests primarily on a concern that climate change may exacerbate conditions on the lake, and uses this reason to call for an immediate halt to any further diversions. But LADWP’s rights to their remaining 16,000 acre-feet per year are already required to drop to 4,500 acre feet per year if the lake level falls below 6,380 feet in elevation. And as it is, just evaporation from the lake averages 160,000 acre-feet per year, ten times the amount LADWP currently diverts.

Como Usar Apps de Apostas com Segurança: O Guia da Galobalbet

O crescimento das apostas esportivas digitais no Brasil acelerou de forma significativa após a regulamentação do setor pela Lei 14.790, sancionada em dezembro de 2023. Com a entrada em vigor das normas estabelecidas pelo Ministério da Fazenda, milhões de brasileiros passaram a ter acesso legal e regulamentado a plataformas de apostas online. Esse cenário trouxe oportunidades reais, mas também exige que o usuário desenvolva um conjunto de práticas para proteger seus dados, seu dinheiro e sua saúde financeira. Usar um aplicativo de apostas com segurança não é apenas uma questão de escolher uma senha forte — envolve compreender como as plataformas funcionam, quais mecanismos de proteção existem, como identificar operadores confiáveis e de que forma manter o controle sobre o próprio comportamento de jogo. Este guia apresenta um panorama técnico e prático sobre cada um desses aspectos.

Entendendo a Regulamentação Brasileira e Como Ela Protege o Usuário

A Lei 14.790/2023 estabeleceu as bases para a exploração comercial das apostas de quota fixa no Brasil, definindo requisitos mínimos de licenciamento, responsabilidade fiscal e proteção ao consumidor. A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, é o órgão responsável por emitir as licenças e fiscalizar as operadoras. Para obter autorização de funcionamento, as empresas precisam comprovar capacidade financeira, implementar sistemas de verificação de identidade (KYC — Know Your Customer), adotar mecanismos antifraude e demonstrar conformidade com as normas de jogo responsável.

Um ponto central da regulamentação é a exigência de que as plataformas ofereçam ferramentas de autoexclusão e limites de depósito configuráveis pelo próprio usuário. Isso não é um diferencial comercial — é uma obrigação legal. Qualquer operadora que não disponibilize essas funcionalidades está em desacordo com as normas vigentes e representa um risco direto ao apostador. Antes de criar uma conta em qualquer aplicativo, o usuário deve verificar se a plataforma possui número de registro válido junto à SPA, o que pode ser consultado no portal oficial do Ministério da Fazenda.

Além da legislação federal, o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD — Lei 13.709/2018) impõem obrigações às plataformas em relação ao tratamento das informações pessoais dos usuários. Uma operadora legítima deve publicar uma política de privacidade clara, informar quais dados coleta, com qual finalidade e por quanto tempo os armazena. O usuário tem direito de solicitar a exclusão de seus dados e de receber uma cópia de tudo que foi registrado. Plataformas que não cumprem a LGPD estão sujeitas a sanções da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), mas o dano ao usuário pode ocorrer antes de qualquer punição administrativa — por isso a verificação prévia é indispensável.

Outro aspecto relevante é a proibição do crédito para apostas. A legislação brasileira veda expressamente que operadoras ofereçam empréstimos ou linhas de crédito vinculadas à atividade de apostas. Quando uma plataforma sugere formas de financiamento para continuar jogando, isso é um sinal claro de prática irregular e potencialmente predatória. Operadores regulamentados trabalham exclusivamente com o saldo depositado pelo usuário, sem incentivar endividamento.

Segurança Digital: Protegendo Sua Conta e Seus Dados Financeiros

A segurança técnica em aplicativos de apostas envolve múltiplas camadas que vão desde o protocolo de comunicação entre o dispositivo e os servidores da plataforma até os mecanismos de autenticação utilizados no login. O padrão mínimo aceitável para qualquer plataforma séria é o uso de criptografia TLS 1.2 ou superior em todas as transações, o que pode ser verificado pelo ícone de cadeado na barra de endereços do navegador ou nas configurações de segurança do aplicativo. Plataformas que ainda operam com protocolos desatualizados expõem os dados dos usuários a interceptações.

A autenticação em dois fatores (2FA) é uma das medidas mais eficazes contra acessos não autorizados. Quando ativada, mesmo que alguém obtenha sua senha, não conseguirá acessar a conta sem o segundo fator — geralmente um código gerado por aplicativo autenticador (como Google Authenticator ou Authy) ou enviado por SMS. Embora o 2FA por SMS seja mais conveniente, ele é tecnicamente mais vulnerável a ataques de SIM swapping, nos quais criminosos convencem operadoras de telefonia a transferir o número para um chip sob seu controle. Sempre que disponível, prefira autenticadores baseados em aplicativo.

Senhas únicas e complexas para cada plataforma são essenciais. O uso de gerenciadores de senhas — como Bitwarden (código aberto) ou 1Password — elimina a necessidade de memorizar dezenas de combinações sem comprometer a segurança. Uma senha adequada para contas financeiras deve ter no mínimo 16 caracteres, combinando letras maiúsculas, minúsculas, números e símbolos, e não deve conter palavras do dicionário ou informações pessoais como datas de nascimento.

Redes Wi-Fi públicas representam um risco específico para usuários de aplicativos de apostas. Em ambientes como aeroportos, cafeterias e shoppings, ataques do tipo man-in-the-middle permitem que terceiros interceptem o tráfego de dados mesmo em conexões aparentemente seguras. O uso de uma VPN (Virtual Private Network) confiável criptografa o tráfego local antes que ele saia do dispositivo, mitigando esse risco. É importante escolher provedores de VPN com política de não armazenamento de logs e sede em jurisdições com legislação favorável à privacidade.

Plataformas como a Galobalbet, que operam dentro de um framework regulatório estruturado, costumam implementar monitoramento de sessões simultâneas, alertas de login em dispositivos não reconhecidos e bloqueio automático após tentativas repetidas de acesso com credenciais incorretas. Essas funcionalidades são indicadores de maturidade técnica e devem ser verificadas antes de escolher onde depositar recursos. Informações sobre as práticas de segurança adotadas pela plataforma estão disponíveis em https://www.galobalbet.com/, onde os termos de uso e a política de privacidade detalham os procedimentos técnicos e legais aplicados.

Outro vetor de ataque frequente são os phishing e aplicativos falsos. Criminosos criam versões clonadas de apps populares de apostas, distribuídas fora das lojas oficiais (Google Play e App Store), com o objetivo de capturar credenciais e dados de cartão. Para evitar esse tipo de golpe, sempre baixe aplicativos diretamente pelo link disponível no site oficial da operadora, verifique o nome do desenvolvedor na loja e confira as avaliações e o histórico de atualizações. Aplicativos legítimos são atualizados regularmente e têm histórico de versões consistente.

Gestão Financeira e Jogo Responsável: O Que as Plataformas Não Vão Te Dizer

A maioria das discussões sobre segurança em apostas foca exclusivamente no aspecto técnico — senhas, criptografia, autenticação. Mas a dimensão financeira e comportamental é igualmente crítica, e frequentemente negligenciada. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pesquisas acadêmicas publicadas entre 2022 e 2024 apontam que o endividamento relacionado a apostas afeta de forma desproporcional famílias de baixa renda, que destinam parcelas significativas de sua renda mensal a plataformas digitais sem qualquer planejamento prévio.

O conceito de banca é fundamental para qualquer apostador que pretenda manter controle sobre seus gastos. A banca é o valor total disponível exclusivamente para apostas — dinheiro que, se perdido integralmente, não compromete o pagamento de contas essenciais como aluguel, alimentação ou saúde. A regra amplamente adotada por apostadores profissionais é nunca arriscar mais de 1% a 5% da banca em uma única aposta. Isso garante que uma sequência de resultados negativos não elimine o capital disponível de forma irreversível.

As plataformas regulamentadas são obrigadas a oferecer ferramentas de controle, mas cabe ao usuário ativá-las proativamente. Os limites de depósito diário, semanal ou mensal podem ser configurados diretamente nas configurações da conta e funcionam como barreiras automáticas contra gastos impulsivos. Uma vez definido, o limite de depósito só pode ser aumentado após um período de carência estabelecido pela plataforma — geralmente 24 a 72 horas — o que impede decisões tomadas no calor do momento.

A autoexclusão é outro recurso crítico. Disponível em todas as plataformas regulamentadas, permite que o usuário bloqueie seu próprio acesso por períodos predefinidos — de dias a anos — ou permanentemente. Durante o período de autoexclusão, a conta fica inativa e nenhum depósito pode ser realizado. Esse mecanismo é especialmente importante para pessoas que percebem sinais de comportamento compulsivo, como apostar para recuperar perdas anteriores, mentir sobre o volume de apostas ou sentir ansiedade quando não é possível acessar a plataforma.

O Conselho Federal de Medicina reconheceu o transtorno do jogo patológico (CID-11: 6C50) como condição clínica que requer tratamento especializado. No Brasil, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) oferece suporte gratuito para dependência comportamental, incluindo o jogo. A linha de apoio do CVV (Centro de Valorização da Vida), pelo número 188, também atende pessoas em situação de crise relacionada a perdas financeiras. Reconhecer esses recursos e saber como acessá-los é parte integrante de uma abordagem responsável ao ambiente de apostas.

Do ponto de vista financeiro, é importante compreender o conceito de retorno ao jogador (RTP — Return to Player), que nas apostas esportivas se traduz na margem da casa embutida nas odds. Uma odd de 2.00 em um evento com probabilidade real de 50% representa uma margem zero — mas na prática, as operadoras ajustam as odds para manter uma margem entre 3% e 10% dependendo do mercado. Isso significa que, no longo prazo e sem análise técnica aprofundada, o apostador casual tende a perder. Essa não é uma crítica às plataformas — é a natureza matemática do negócio, e entendê-la é essencial para tomar decisões informadas.

Como Avaliar a Confiabilidade de uma Plataforma Antes de Depositar

A proliferação de operadoras no mercado brasileiro após a regulamentação de 2023 trouxe consigo um aumento proporcional de plataformas de qualidade duvidosa. Distinguir operadores confiáveis de oportunistas exige uma análise sistemática de múltiplos fatores, e não apenas a presença de um visual profissional ou de promoções atrativas.

O primeiro critério é o licenciamento. Uma plataforma regulamentada no Brasil deve apresentar seu número de autorização emitido pela SPA de forma visível no site ou aplicativo, geralmente no rodapé. Além da licença brasileira, muitas operadoras possuem autorizações em jurisdições internacionais reconhecidas, como Malta (MGA — Malta Gaming Authority), Gibraltar, Curaçao ou Isle of Man. A presença de licença em jurisdições respeitadas indica que a empresa passou por processos de auditoria e verificação financeira independentes.

O segundo critério é a transparência nos métodos de pagamento. Operadoras confiáveis oferecem múltiplos canais de depósito e saque — Pix, transferência bancária, cartões de crédito e débito — e estabelecem prazos claros para processamento de retiradas. Plataformas que dificultam saques, impõem requisitos de rollover excessivos para bônus ou criam barreiras burocráticas para o resgate de valores são sinais de alerta. O prazo médio aceitável para processamento de saques via Pix é de até 24 horas em dias úteis.

O terceiro critério é a qualidade do suporte ao cliente. Uma plataforma séria oferece atendimento em português, com canais de contato funcionais — chat ao vivo, e-mail e, idealmente, telefone. Antes de depositar qualquer valor, é recomendável testar o suporte com uma pergunta simples para avaliar o tempo de resposta e a qualidade das informações fornecidas. Respostas genéricas, demoras superiores a 24 horas ou ausência de canais de contato são indicadores negativos.

O quarto critério envolve a reputação verificável. Fóruns especializados, grupos de apostadores em redes sociais e plataformas de avaliação como Trustpilot contêm relatos reais de usuários sobre experiências com saques, atendimento e resolução de disputas. É importante distinguir reclamações pontuais — que qualquer empresa pode ter — de padrões sistemáticos de comportamento prejudicial ao usuário. Uma operadora que acumula centenas de relatos sobre bloqueio injustificado de contas ou recusa de pagamentos representa um risco real.

A Galobalbet, por exemplo, adota práticas de verificação de identidade (KYC) no momento do cadastro, exigindo documentação que comprove a identidade e a maioridade do usuário — uma exigência que, embora possa parecer burocrática, protege o apostador ao garantir que a conta está vinculada a uma pessoa real e impede o uso indevido por terceiros. Esse tipo de procedimento é padrão entre operadoras que operam em conformidade com as normas internacionais de prevenção à lavagem de dinheiro (AML — Anti-Money Laundering).

Por fim, vale mencionar o papel das certificações de auditoria independente. Organizações como eCOGRA, iTech Labs e GLI (Gaming Laboratories International) realizam auditorias técnicas nos sistemas de geração de resultados e nos procedimentos operacionais das plataformas. A presença do selo dessas entidades indica que os algoritmos utilizados foram verificados por terceiros independentes, garantindo que os resultados não são manipulados em detrimento do usuário.

Usar aplicativos de apostas com segurança é um processo contínuo que combina conhecimento técnico, disciplina financeira e capacidade de avaliar criticamente o ambiente em que se opera. A regulamentação brasileira criou um arcabouço legal que oferece proteções reais, mas essas proteções só funcionam quando o usuário as conhece e as utiliza ativamente. Verificar licenças, ativar autenticação em dois fatores, definir limites de depósito, compreender a matemática por trás das odds e reconhecer os sinais de comportamento problemático são práticas que transformam a experiência de apostas de um risco descontrolado em uma atividade de entretenimento gerenciável. O mercado continuará crescendo nos próximos anos — e os usuários mais bem preparados serão aqueles que chegaram a ele com informação sólida, não apenas com sorte.

It is reasonable to want to optimize the ecological health of Mono Lake. But the cost of precipitously cutting off LADWP’s last 16,000 acre feet from the upper basin must be taken into account. LADWP imports water from three sources, each of them with different salt contents. Mineral rich water from the Colorado Aqueduct has a high salt content, averaging 600-650 mg/L, whereas water from the Los Angeles Aqueduct, fed by the Owens River, along with water from the California Aqueduct, averages closer to 250-300 mg/L, only half as much.

This means that to deliver water to faucets in Los Angeles at a safe standard of around 400 mg/L, for every acre foot of water coming from the Owens River, LADWP is able to blend and therefore dilute an equal amount of the saltier water from the Colorado River. If LADWP loses 16,000 acre feet per year of water from the Owens Valley, the impact on supply is therefore 32,000 acre feet.

Advocates for cutting off LADWP’s last 16,000 acre feet of supply from the upper Owens Valley claim the city is on track to make up that difference through projects to recycle wastewater. That’s true, but the current cost per acre-foot of recycled wastewater is $2,500 per acre foot. What is at stake for LADWP, and the ratepayers they serve, is an additional cost of $80 million per year.

If LADWP were awash in investable profits, and water were falling from the sky in uncharacteristic and sustained abundance, it would make complete sense to go the last mile toward optimizing the greater Mono Lake ecosystem. But they’re not. Cash strapped and compelled to treat water to unprecedented new standards to cope with PFAS, the rates LADWP must charge customers are scheduled to nearly double in the next ten years. There is not $80 million available for LADWP to cover the shortfall.

In a March 13, 2026 letter to SWRCB chairman Joaquin Esquivel, LADWP CEO Janisse Quinones pointed out how their customers had lowered their water use by 33 percent over the last 15 years. This achievement cannot be overemphasized, and it applies statewide. According to this study from the Pacific Institute, urban water use peaked around 2004 at nearly 10 MAF (million acre feet)/year, with most recent data putting that total under 8 MAF/year despite the state’s population (94 percent urban) over the past 20 years growing by 3.8 million. Conservation has delivered big results, and it has gone far enough. We need to rehydrate our cities, not squeeze them dry.

There is a bigger picture that might inspire anyone hoping to rescue nature from the worst consequences of industrial civilization. Imagine if investments in infrastructure permitted fish friendly, safe harvesting of the massive storm runoff that tears through the Sacramento-San Joaquin Delta every winter. This would deliver millions of acre-feet of additional fresh water to farms and cities in Southern California. Imagine if through ongoing, hopefully accelerated investment in wastewater recycling, but also enhanced urban runoff harvesting and large scale seawater desalination, California’s coastal megacities wouldn’t even have to import water any longer. This is a vision that facilitates multiple environmental wins – including not just Mono Lake, but the Salton Sea and Hetch Hetchy Valley.

Finally, posturing over the sacred nature of Mono Lake – or any other ecosystem – whether animated by indigenous animism or new age spirituality, should not dominate the moral arguments put before the State Water Resources Control Board. These regulators also have a moral and sacred obligation to optimize the flourishing of all human beings, of all origins, whether living in cities or under the sky.

 

Edward Ring is the Director of Water and Energy Policy at the California Policy Center, which he co-founded in 2013. Ring is the author of Fixing California: Abundance, Pragmatism, Optimism (2021) and The Abundance Choice: Our Fight for More Water in California (2022).

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